Nossa história familiar é pano de fundo da nossa vida:Fazemos parte de um grupo, do qual descendemos. Através de nossos pais viemos ao mundo assim como eles e os antes deles. Podemos imaginar um "campo" coletivo familiar que, ao longo da história vem criando e agindo para sobreviver, manter-se e evoluir. Como indivíduos pertencentes ao "nosso" campo familiar, trazemos memórias deste coletivo que atua em nosso inconsciente e zela pela transmissão de informação, conhecimento e sugere como organizar a energia. Através dessa conexão torna-se possível que o conhecimento adquirido por um grupo seja agregado e compartilhado à consciência coletiva de toda a espécie, mesmo que não haja uma comunicação pelos meios convencionais. Este "movimento" chamamos de "Campos de Ressonância" , conceito criado nos anos 20 e desenvolvido pelo biólogo Ruppert Sheldrake. Esses padrões inconscientes influenciam o modo de pensar, agir e sentir de um indivíduo de seu grupo, mais do que podemos imaginar. O psicólogo, pedagogo e filósofo alemão Bert Hellinger desenvolveu há 30 anos atrás um trabalho denominado Constelações Sistêmicas para permitir desvelar certos emaranhamentos que podem prejudicar, emperrar e adoecer ao invés de crescer e prosperar a vida de uma pessoa. Ele descobriu que muitos dos eventos que vivenciamos podem estar ligados a história de nossos antepassados e não à nossa própria história. Repetimos sem consciência. Somos "tomados" pelo campo. É um aperfeiçoamento maior das pesquisas de Szondi. Através deste trabalho vc pode trazer sua questão, seu problema e dificuldade que até agora não tenha encontrado solução! Venha conhecer!
Maria Beatriz Szili
Consteladora Familiar
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domingo, 24 de maio de 2009
quinta-feira, 14 de maio de 2009
SERÁ QUE NÃO FOI VC QUE SE ABANDONOU?
Quando você tira o telefone do gancho avida o chama,mas a ligação não se completa.
Essa é uma grande notícia, porque significa que você está na situação em que se colocou,portanto, tem o poder de modificá-la.
Para sair do vitimismo, você precisa aceitar que tudo que acontece em sua vida é de sua inteira responsabilidade, consciente ou inconscientemente.
Ser feliz implica na capacidade de aceitar humildemente os momentos mais difíceis, procurando a aprendizagem que a situação dolorosa revela nas entrelinhas.
Pergunte-se:
Para que estou sofrendo tanto?
O que a vida está tentando me dizer?
Como posso recuperar as rédeas da minha vida?
Não hesite, em buscar ajuda qualificada,de um profissional na área da saúde,para acompanhá-lo e orientá-lo em direção à cura.
Quando você busca ajuda, está colocando em movimento a inteligência e o amor que existe em você, iniciando a conexão consigo mesmo,com a vida, com Deus.
Sentir-se merecedor de ajuda,acreditar que merece ser feliz,são condições indispensáveis para visualizar e alcançar a Luz no fim do túnel.
Tudo é uma questão de ótica.
Escolha hoje olhar a vida de uma outra maneira,com boa vontade e compaixão por você e por aqueles que o rodeiam.
Procure sair de casa, tomar sol e alimentar-se adequadamente.
Faça caminhadas, evitando andar em círculos, pois sua mente impressionável pode interpretar isto como incapacidade de atingir meta.
Ouça músicas alegres, dance, movimente a energia do corpo.
Evite livros, filmes e novelas repletos de dramalhões que possam aumentar o seu vitimismo. Procure a companhia de pessoas de bem com a vida e que nutram afeto por você, para conversar e / ou compartilhar carinho.
Evite roupas e lugares escuros e sombrios.
Visualize diariamente a energia verde das plantas, subindo pelos seus pés e se distribuindo ao longo do seu corpo, trazendo muita vitalidade; e ainda muita luz dourada, entrando pelo topo de sua cabeça, descendo e iluminando cada célula do seu corpo.
DIGA A SI PRÓPRIO:
" Sinto o calor da minha alma em cada célula do meu corpo.
Meu corpo vibra em uníssono com a minha alma, com a força da vida.
Coloco minha força de amor e inteligência em tudo que eu faço, na minha casa, na minha vida pessoal, no meu trabalho.
Eu mereço, Eu quero, Eu posso, Eu sou"!
Texto enviado pela minha amiga Etiene Ferreira
Quando você tira o telefone do gancho avida o chama,mas a ligação não se completa.
Essa é uma grande notícia, porque significa que você está na situação em que se colocou,portanto, tem o poder de modificá-la.
Para sair do vitimismo, você precisa aceitar que tudo que acontece em sua vida é de sua inteira responsabilidade, consciente ou inconscientemente.
Ser feliz implica na capacidade de aceitar humildemente os momentos mais difíceis, procurando a aprendizagem que a situação dolorosa revela nas entrelinhas.
Pergunte-se:
Para que estou sofrendo tanto?
O que a vida está tentando me dizer?
Como posso recuperar as rédeas da minha vida?
Não hesite, em buscar ajuda qualificada,de um profissional na área da saúde,para acompanhá-lo e orientá-lo em direção à cura.
Quando você busca ajuda, está colocando em movimento a inteligência e o amor que existe em você, iniciando a conexão consigo mesmo,com a vida, com Deus.
Sentir-se merecedor de ajuda,acreditar que merece ser feliz,são condições indispensáveis para visualizar e alcançar a Luz no fim do túnel.
Tudo é uma questão de ótica.
Escolha hoje olhar a vida de uma outra maneira,com boa vontade e compaixão por você e por aqueles que o rodeiam.
Procure sair de casa, tomar sol e alimentar-se adequadamente.
Faça caminhadas, evitando andar em círculos, pois sua mente impressionável pode interpretar isto como incapacidade de atingir meta.
Ouça músicas alegres, dance, movimente a energia do corpo.
Evite livros, filmes e novelas repletos de dramalhões que possam aumentar o seu vitimismo. Procure a companhia de pessoas de bem com a vida e que nutram afeto por você, para conversar e / ou compartilhar carinho.
Evite roupas e lugares escuros e sombrios.
Visualize diariamente a energia verde das plantas, subindo pelos seus pés e se distribuindo ao longo do seu corpo, trazendo muita vitalidade; e ainda muita luz dourada, entrando pelo topo de sua cabeça, descendo e iluminando cada célula do seu corpo.
DIGA A SI PRÓPRIO:
" Sinto o calor da minha alma em cada célula do meu corpo.
Meu corpo vibra em uníssono com a minha alma, com a força da vida.
Coloco minha força de amor e inteligência em tudo que eu faço, na minha casa, na minha vida pessoal, no meu trabalho.
Eu mereço, Eu quero, Eu posso, Eu sou"!
Texto enviado pela minha amiga Etiene Ferreira
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Croche
Gorro que fiz com a video aula do site APRENDENDO CROCHE, ficou lindo!
O video está aqui...http://aprendendocroche.blogspot.com/2009/05/video-aula-gorro-glamour-em-croche.html
Beijinhos
sábado, 9 de maio de 2009
HOMENAGEM AOS MEUS FILHOS

A minha homenagem dos dia das mães vai para meus filhos!!!Afinal, quem me ensinou a ser quem sou, foram eles!E se eles não existissem, eu não seria mãe!Como sou uma mãe que deu certo, afinal criei meus filhos com respeito ao próximo, à natureza, ensinei os caminhos certos os errados, deixei que escolhessem e vi que foram pelo caminho que precisavam para o aprendizado deles.Mães e pais com filhos pequenos...lembre-se que eles é nos ensinam, nós só servimos de exemplos para o futuro deles.Eu agradeço a eles o reconhecimento dos meus bons exemplo, mesmo que eu não tenha sido uma boa pessoa, isso também é um exemplo para não ser repetido....
A todos os filhos desta comunidade, lembre-se, sua mãe fez a mágica da vida, o exemplo de futuro...e você, qual é o exemplo que está dando para eles???
FELIZ DIA DAS MÃES
Beijinhos
A todos os filhos desta comunidade, lembre-se, sua mãe fez a mágica da vida, o exemplo de futuro...e você, qual é o exemplo que está dando para eles???
FELIZ DIA DAS MÃES
Beijinhos
sexta-feira, 1 de maio de 2009
CONSTELAÇÕES FAMILIARES
ADICIONANDO AO PERDÃO UM SIGNIFICADO MAIOR!
As mudanças não costumam pedir licença para chegar e acontecer nas nossas vidas. Muitas delas nos pegam de "surpresa", arrastando-nos para o novo, não sem antes aprendermos algo que nossa alma necessita para evoluir. Quando a dor e o sofrimento fazem-se presentes, buscamos dentro de nós aquilo que já aprendemos, que está "armazenado" na nossa vivência familiar. Em certas vezes, conseguimos a solução mas, em outras tantas precisamos acoplar visões novas a tantas situações que podem incluir o desapego do antigo! Até parar de "doer", seguir com todas as nossas forças pode significar viver ou morrer, lidando com a frustração, com a raiva, o ódio, a vingança, o abandono, a tristeza, a depressão, que nos mostram uma maneira de amar que em Constelações Sistêmicas Familiares chamamos de "amor cego"! Quem disse que por trás da raiva não está escondido um grande amor? Constelações Sistêmicas Familiares é um trabalho que foi criado por um homem muito especial, um alemão chamado Bert Hellinger que propicia o desvelar de amores e dores abrindo-nos a percepções muito maiores e belas da vida que existem potencialmente em nossas almas, escondidas, esperando pelo nosso "permitir" existir.
Uma delas inclui nosso conceito de perdão. Coloca-nos em confronto com uma idéia que pode ampliar-se, crescendo na Luz de nossa compreensão. E, para isso, nada melhor do que ele, o próprio Hellinger, conte para você. O texto abaixo, leia-o com o coração.
Abraços afetuosos!
PROPOSITALMENTE CEGO(Bert Hellinger)Refleti sobre o significado do ato de perdoar alguém. Será que temos esse direito de conceder o perdão? Quando imagino o que se passa na alma, à medida que falamos ou pensamos em perdão, sinto que “Perdão só pode existir em questões pequenas e com reciprocidade”.Quando alguém se torna culpado de algo, por exemplo, machucando outra pessoa, então o perdão de maior efeito é silencioso. Sem palavras. Na verdade, ele é apenas um ato de indulgência, de esquecer o acontecido, passamos por cima do ocorrido. Agindo assim, o outro sente o amor. Quando sente que eu talvez também tenha feito algo que me torna culpado em relação a ele, responderá da mesma maneira, passará por cima e o esquecerá. Esta é uma maneira muito humana de perdoar. Em princípio, trata-se de indulgência, simplesmente.Se alguém em um relacionamento falar: “Eu lhe perdôo”, passa-se algo completamente diferente na alma. Quem diz “Eu lhe perdôo” ao mesmo tempo culpa alguém de algo. Esse perdão verbalizado separa, não pode salvar um relacionamento, muito pelo contrário, destrói-o.O que acontece com aqueles que estão dispostos a lhe dizer: “Eu lhe perdôo?” O que fazem através dessas palavras? Será que têm o direito de agir dessa maneira? A quem compete dar esse perdão? Quem disser algo assim posiciona-se ao lado de um poder maior ou até acima dele, como se pudesse decretar a culpa ou a inocência ou, em última instância, a vida e a morte.Quando o perdão não é esperado e concedido, a grandeza daquilo que ocorreu permanece intocada. O culpado mantém sua dignidade na medida que não espera por perdão e nós respeitamos sua dignidade, na medida em que não o perdoamos. Ele está entregue a algo maior. Nenhum ser humano pode interferir.Mais um ponto está ligado a esse tipo de situação. Uma grande culpa dá força quando assumimos e aceitamos suas conseqüências. Concede ao culpado a força de realizar algo que os inocentes nunca seriam capazes de realizar, por não terem essa força. Portanto, também precisamos olhar para a culpa nesse contexto maior.Mesmo assim, de certa maneira, podemos nos voltar para aqueles que não podem mais esperar o perdão. Como? Através da benevolência.O que é benevolência? É o movimento do coração e da alma, frente a um sofrimento e uma culpa que não podem ser eliminados. Então fazemos alguns atos de benevolência, sabemos, porém, que com isso a culpa e o sofrimento não podem ser eliminados. Na benevolência somos iguais aos outros. Concordamos com a impotência que os envolve e também nos sentimos impotentes. Aquele que é benevolente não julga e não perdoa, nem um nem outro. Ele apenas está presente e não se coloca acima de ninguém.O que disse aqui sobre perdão, sobre negação do perdão e sobre a benevolência, em princípio, disse sobre o amor. Trata-se, porém, de um amor especial, está além e acima do amor que ainda exige algo.O amor é indulgente e duplamente cego. Quando, por exemplo, um homem encontra uma mulher e eles se apaixonam, ambos são cegos. Quando, depois, conhecem-se lentamente, ficam cegos propositalmente. Por amor não querem enxergar algumas coisas e também por serem indulgentes.Podemos agir assim, de um modo geral, quando conhecemos outras pessoas. Cegos, tornamo-nos capazes de ver. Por sermos cegos e indulgentes, vemos mais. Não é bonito movimentar-se assim pelo mundo, cego e capaz de ver ao mesmo tempo? E como faz bem ao coração?
Maria Beatriz Szili - consteladora sistêmica

biaconstelar@gmail.com
As mudanças não costumam pedir licença para chegar e acontecer nas nossas vidas. Muitas delas nos pegam de "surpresa", arrastando-nos para o novo, não sem antes aprendermos algo que nossa alma necessita para evoluir. Quando a dor e o sofrimento fazem-se presentes, buscamos dentro de nós aquilo que já aprendemos, que está "armazenado" na nossa vivência familiar. Em certas vezes, conseguimos a solução mas, em outras tantas precisamos acoplar visões novas a tantas situações que podem incluir o desapego do antigo! Até parar de "doer", seguir com todas as nossas forças pode significar viver ou morrer, lidando com a frustração, com a raiva, o ódio, a vingança, o abandono, a tristeza, a depressão, que nos mostram uma maneira de amar que em Constelações Sistêmicas Familiares chamamos de "amor cego"! Quem disse que por trás da raiva não está escondido um grande amor? Constelações Sistêmicas Familiares é um trabalho que foi criado por um homem muito especial, um alemão chamado Bert Hellinger que propicia o desvelar de amores e dores abrindo-nos a percepções muito maiores e belas da vida que existem potencialmente em nossas almas, escondidas, esperando pelo nosso "permitir" existir.
Uma delas inclui nosso conceito de perdão. Coloca-nos em confronto com uma idéia que pode ampliar-se, crescendo na Luz de nossa compreensão. E, para isso, nada melhor do que ele, o próprio Hellinger, conte para você. O texto abaixo, leia-o com o coração.
Abraços afetuosos!
PROPOSITALMENTE CEGO(Bert Hellinger)Refleti sobre o significado do ato de perdoar alguém. Será que temos esse direito de conceder o perdão? Quando imagino o que se passa na alma, à medida que falamos ou pensamos em perdão, sinto que “Perdão só pode existir em questões pequenas e com reciprocidade”.Quando alguém se torna culpado de algo, por exemplo, machucando outra pessoa, então o perdão de maior efeito é silencioso. Sem palavras. Na verdade, ele é apenas um ato de indulgência, de esquecer o acontecido, passamos por cima do ocorrido. Agindo assim, o outro sente o amor. Quando sente que eu talvez também tenha feito algo que me torna culpado em relação a ele, responderá da mesma maneira, passará por cima e o esquecerá. Esta é uma maneira muito humana de perdoar. Em princípio, trata-se de indulgência, simplesmente.Se alguém em um relacionamento falar: “Eu lhe perdôo”, passa-se algo completamente diferente na alma. Quem diz “Eu lhe perdôo” ao mesmo tempo culpa alguém de algo. Esse perdão verbalizado separa, não pode salvar um relacionamento, muito pelo contrário, destrói-o.O que acontece com aqueles que estão dispostos a lhe dizer: “Eu lhe perdôo?” O que fazem através dessas palavras? Será que têm o direito de agir dessa maneira? A quem compete dar esse perdão? Quem disser algo assim posiciona-se ao lado de um poder maior ou até acima dele, como se pudesse decretar a culpa ou a inocência ou, em última instância, a vida e a morte.Quando o perdão não é esperado e concedido, a grandeza daquilo que ocorreu permanece intocada. O culpado mantém sua dignidade na medida que não espera por perdão e nós respeitamos sua dignidade, na medida em que não o perdoamos. Ele está entregue a algo maior. Nenhum ser humano pode interferir.Mais um ponto está ligado a esse tipo de situação. Uma grande culpa dá força quando assumimos e aceitamos suas conseqüências. Concede ao culpado a força de realizar algo que os inocentes nunca seriam capazes de realizar, por não terem essa força. Portanto, também precisamos olhar para a culpa nesse contexto maior.Mesmo assim, de certa maneira, podemos nos voltar para aqueles que não podem mais esperar o perdão. Como? Através da benevolência.O que é benevolência? É o movimento do coração e da alma, frente a um sofrimento e uma culpa que não podem ser eliminados. Então fazemos alguns atos de benevolência, sabemos, porém, que com isso a culpa e o sofrimento não podem ser eliminados. Na benevolência somos iguais aos outros. Concordamos com a impotência que os envolve e também nos sentimos impotentes. Aquele que é benevolente não julga e não perdoa, nem um nem outro. Ele apenas está presente e não se coloca acima de ninguém.O que disse aqui sobre perdão, sobre negação do perdão e sobre a benevolência, em princípio, disse sobre o amor. Trata-se, porém, de um amor especial, está além e acima do amor que ainda exige algo.O amor é indulgente e duplamente cego. Quando, por exemplo, um homem encontra uma mulher e eles se apaixonam, ambos são cegos. Quando, depois, conhecem-se lentamente, ficam cegos propositalmente. Por amor não querem enxergar algumas coisas e também por serem indulgentes.Podemos agir assim, de um modo geral, quando conhecemos outras pessoas. Cegos, tornamo-nos capazes de ver. Por sermos cegos e indulgentes, vemos mais. Não é bonito movimentar-se assim pelo mundo, cego e capaz de ver ao mesmo tempo? E como faz bem ao coração?
Maria Beatriz Szili - consteladora sistêmica
biaconstelar@gmail.com
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